terça-feira, 14 de julho de 2009

Tuas missivas


Hoje...
Nem sei de mim,
Lancei mão das tuas cartas!

Dobradas e amarelas
Pelo tempo que se desfez
Que já se foi!

Reordenei, coloquei-as aqui...
Aos meus olhos, bem perto de mim,
Pra eu ler quando me encontrar!

Ainda que eu chore,
E o tempo me possa retroceder.
De ti, isso eu sempre guardarei!

Mas hoje...
Nem sei de mim,
Quero me encontrar!

2 comentários:

  1. Tavares,
    amei a tua releitura...ficou mto bom...
    acresentou qualidade ao meu singelo poema...bjOs

    Marissol

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  2. Lendo teu poema... pude perceber uma viagem universal, um reencontrar meditativo. A descoberta dos verdadeiros valores que a vida nos possibilita. A inquietude da alma! Parabens e seja bem vinda ao mundo mágico das palavras... (wolney tavares)

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