
Hoje...
Nem sei de mim,
Lancei mão das tuas cartas!
Dobradas e amarelas
Pelo tempo que se desfez
Que já se foi!
Reordenei, coloquei-as aqui...
Aos meus olhos, bem perto de mim,
Pra eu ler quando me encontrar!
Ainda que eu chore,
E o tempo me possa retroceder.
De ti, isso eu sempre guardarei!
Mas hoje...
Nem sei de mim,
Quero me encontrar!
Tavares,
ResponderExcluiramei a tua releitura...ficou mto bom...
acresentou qualidade ao meu singelo poema...bjOs
Marissol
Lendo teu poema... pude perceber uma viagem universal, um reencontrar meditativo. A descoberta dos verdadeiros valores que a vida nos possibilita. A inquietude da alma! Parabens e seja bem vinda ao mundo mágico das palavras... (wolney tavares)
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