terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Desalento




Desliguei meus fanais...
Já não sou eu, avizinho-me.
Da rua sem direção, sem fim!

Se tens saudades mansas...
Não sei, a mim, serve de arrocho.
A rua tornou-se lenta!

Vou por ir.
Sei que esta retilínea não acaba...
Dá-se na estrada que não me leva a ti!

Dos teus suaves perfumes...
Que inundam e exalam em mim,
Desassossego, tua imagem em sonho!

Foges por fim...
Esgalga e vai pra longe,
Bem longe... de mim...

Imagem:http://confessium-mandrag.blogspot.com

Nenhum comentário:

Postar um comentário