
Por que sinto tal apreço?
Quando me pego pensando em ti,
Da sua beleza farta ao me olhar.
Seu sorriso ardente... Queima-me,
Então continuo fixa nesse doce pensar...
Por que quando sorri fico sem graça?
Desajeitada... Quando ficas a me olhar!
Por que quando me elogias,
Não tenho respostas espetaculosas?
E fico até vermelha... Atrapalhada!
Porque sua simples presença,
Faz-me mudar os sentidos de ser...
E me tropeço nas minhas próprias palavras...
Por que como menina, volto pra casa.
Como quem ganha um grande presente...
Rosto amadurecido e olhar de criança
Sentimentos presos, como ave na gaiola.
Medo de me soltar nesse vôo e perder.
Nos pressupostos valores morais.
Deste modo, impede de voar...
Penso eu... Será que no céu, faz-se assim?
Valores que deverão preservar?
A gente deixar de viver o desabrochar?...
Vale a pena? Ah! Menino lindo!
Lábios fartos de carência,
De sorriso maluco... E tão insano.
Como eu queria que não houvesse tal lei!
E nem proibidos ardil de amores!
E... Ser dona por um dia,
Do que guardas de tão sagrado em ti.
Sabores, essa erupção em chamas!
Poema: Ros@lions
Imagem: flickr.com/photos/15554681@N06/1658605152/
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