terça-feira, 22 de setembro de 2009

Dois amigos





Um burro,
Na sombra do outro!
Quem mais poderia saber.

O que “ancava”,
Levando tudo peso!
O outro que fingia ajudar.

Lá pelas tantas,
Tomaram a estrada sem fim!
Eram os dois burros, pai e filho.



Um, dois... Troc troc, lá vai...
O mais velho, manso de dar dó!
Levava o peso dos dois...

No lombo de um só,
Lá pelas tantas, "bateu com as dez"!
Burro manso "virou os cascos"...

O solidário, de dar piedade...
Vai agora pela sombra de um só
Lá vai o novo solitário... De dar dó!

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